Vigilância Epidemiológica das Doenças Infecto-Parasitárias

A Vigilância Epidemiológica constitui-se um importante instrumento de prevenção e controle de doenças infecciosas e parasitárias, fornecendo importantes subsídios para o planejamento, organização e operacionalização dos serviços de saúde. Tem como propósito fundamental o fornecimento de orientações técnicas aos profissionais de saúde, para que atuem de maneira responsável no que se refere à execução de ações no controle de doenças e agravos.

Considerando as afirmações acima descritas, os Monitores do Programa Proficiência realizaram um estudo das doenças infecto-parasitárias e prepararam para você a síntese de seis delas.

Fique atento, pois as doenças que serão sintetizadas a seguir são de interesse da Vigilância Epidemiológica:

• As DST’s, com enfoque no HPV e a Herpes simples, que são doenças de fácil prevenção, porém acometem, de maneira ampla, a sociedade brasileira.

• A Difteria foi escolhida pela curiosidade em saber mais sobre a doença, uma vez que já foi erradicada por conta da vacina inserida na rede pública.

• A Leptospirose, por ser uma doença endêmica, que se torna epidêmica em períodos chuvosos, o que requer conhecimento da doença para a atuação dos profissionais em casos de enchentes.

• A Toxoplasmose, pois é uma doença presente na sociedade e de risco para gestantes e feto.

• A raiva, por ser uma doença de notificação compulsória que envolve o controle do vírus da doença existente na saliva do animal infectado.

Clique aqui para ver um quadro com a Síntese das Doenças Infecto-parasitárias.

Algumas doenças parasitárias e infecciosas foram trazidas a tona para o conhecimento dos profissionais enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem como uma questão de saúde pública de relevância para a sociedade.  A Vigilância Epidemiológica tem suma importância no monitoramento das ocorrências de casos e surtos, na determinação da distribuição espacial e temporal das doenças, na redução da letalidade (por meio do diagnóstico precoce e do tratamento adequado), na identificação dos portadores e dos agentes circulantes em cada área brasileira, com vistas ao planejamento de medidas de prevenção e de controle destinadas à população.


REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias. Brasília-DF; 2010.

Texto escrito pelas monitoras: Ana Paula Herrera de França, Jéssica Aparecida Wajczak , Juliana Santos Lima e Diana Aparecida Veber.

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